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Abono de Permanência: reflexos em férias, 13º e licença-prêmio

Se você recebe abono de permanência, o Estado provavelmente pagou a menos suas férias, seus 13º salários e suas licenças-prêmio nos últimos 5 anos.

Atendimento 100% on-line • Condições de contratação informadas em atendimento individual

Para quem é

  • Todos os servidores públicos estaduais de São Paulo que recebem abono de permanência.
  • Não é exclusivo de policiais: alcança qualquer carreira do Estado.
  • Servidores da ativa que já preencheram os requisitos da aposentadoria e permaneceram trabalhando.

Entenda o seu direito

O abono de permanência é a verba paga ao servidor que já poderia se aposentar, mas escolhe continuar trabalhando. Por ter caráter remuneratório e habitual, ele deve compor a base de cálculo de outras verbas — e é justamente isso que o Estado de São Paulo deixa de fazer.

Na prática, o terço constitucional de férias, o 13º salário e a licença-prêmio indenizada são calculados sem o abono, o que reduz o valor recebido todos os anos. A tese já está consolidada no Tribunal de Justiça de São Paulo em incidentes de uniformização de jurisprudência (PUIL).

A ação busca o recálculo dessas verbas e o pagamento das diferenças dos últimos 5 anos anteriores ao ajuizamento, com correção monetária e juros.

Documentos necessários

Separe os documentos abaixo. Fotos legíveis pelo celular ou arquivos em PDF são aceitos.

Específicos desta ação

  • Holerites dos últimos 5 anos anteriores ao ajuizamento em que tenha recebido férias.
  • Holerites de 13º salário (dezembro) dos últimos 5 anos.
  • Holerites da antecipação de 13º salário (mês do aniversário) dos últimos 5 anos.
  • Holerites em que recebeu licença-prêmio nos últimos 5 anos.

Documentos básicos (para todas as ações)

  • Documento de identificação pessoal: carteira funcional, RG ou CNH.
  • Holerite do mês atual.
  • Se aposentado: comprovante de residência recente em nome próprio (na falta dele, sendo casado, serve a certidão de casamento).

Como funciona

  1. 1

    Preencha o formulário

    Você envia seus dados e documentos pelo cadastro on-line, em poucos minutos, pelo celular ou computador.

  2. 2

    Assine digitalmente

    A procuração e o contrato são assinados pelo ZapSign, com selfie e foto do documento — sem papel e sem cartório.

  3. 3

    Protocolamos sua ação

    Nossa equipe elabora a petição inicial, reúne as provas e distribui o processo no Judiciário paulista.

  4. 4

    Você acompanha e recebe

    Enviamos atualizações por WhatsApp e e-mail em cada etapa até o pagamento do que for reconhecido.

Perguntas frequentes

É uma verba prevista na Constituição Federal (art. 40, § 19) paga ao servidor público que já cumpriu os requisitos para se aposentar voluntariamente, mas decide continuar trabalhando. Ele é pago mensalmente até a aposentadoria.

Em regra, o abono corresponde ao valor da contribuição previdenciária descontada do servidor. Na prática, o desconto previdenciário continua no holerite e o Estado paga, em outra rubrica, um valor equivalente.

O servidor que já poderia se aposentar voluntariamente e opta por permanecer em atividade. O pedido é feito ao próprio órgão. Esta ação não discute o direito ao abono: ela é para quem já recebe e quer incluí-lo no cálculo de férias, 13º e licença-prêmio.

Sim. Por ser pago todo mês e ter caráter remuneratório, o Tribunal de Justiça de São Paulo entende que o abono deve compor a base do terço de férias, do 13º salário e da licença-prêmio indenizada. O Estado de São Paulo não faz essa inclusão, e as diferenças podem ser cobradas na Justiça.

O abono de permanência é a verba paga ao servidor que já poderia se aposentar, mas escolhe continuar trabalhando. Por ter caráter remuneratório e habitual, ele deve compor a base de cálculo de outras verbas — e é justamente isso que o Estado de São Paulo deixa de fazer. Na prática, o terço constitucional de férias, o 13º salário e a licença-prêmio indenizada são calculados sem o abono, o que reduz o valor recebido todos os anos. A tese já está consolidada no Tribunal de Justiça de São Paulo em incidentes de uniformização de jurisprudência (PUIL). A ação busca o recálculo dessas verbas e o pagamento das diferenças dos últimos 5 anos anteriores ao ajuizamento, com correção monetária e juros.

Tem direito qualquer servidor público estadual de São Paulo que recebe abono de permanência e recebeu férias, 13º salário ou licença-prêmio indenizada nos últimos 5 anos.

O valor depende do seu abono e de quantas férias, 13º e licenças-prêmio você recebeu no período. A lei permite cobrar apenas os últimos 5 anos anteriores ao ajuizamento (prescrição quinquenal) — por isso, quanto antes a ação for proposta, menos parcelas você perde.

Holerites dos últimos 5 anos anteriores ao ajuizamento em que tenha recebido férias. Holerites de 13º salário (dezembro) dos últimos 5 anos. Holerites da antecipação de 13º salário (mês do aniversário) dos últimos 5 anos. Holerites em que recebeu licença-prêmio nos últimos 5 anos. Documento de identificação pessoal: carteira funcional, RG ou CNH. Holerite do mês atual. Se aposentado: comprovante de residência recente em nome próprio (na falta dele, sendo casado, serve a certidão de casamento).

Condições de contratação informadas em atendimento individual.

Por se tratar de processo judicial, os prazos variam conforme a vara, a comarca e eventuais recursos do Estado. O escritório é 100% on-line e você recebe as atualizações do seu processo por WhatsApp e e-mail, sem precisar se deslocar.

Saiba mais sobre Abono de permanência sobre terço de férias, 13º salário e licença-prêmio indenizada

Faça o cadastro on-line e nossa equipe analisa a documentação e dá o retorno sobre o seu caso.